Quando uma válvula precisa de cirurgia
As válvulas cardíacas controlam o fluxo de sangue dentro do coração. Quando estreitam, vazam ou deformam de forma importante, a cirurgia pode restaurar a circulação e proteger o músculo cardíaco.
Dr. Cristiano Berardo
Cirurgião cardiovascular

Reparo e troca valvar
Visão geral
Uma página dedicada ao cuidado das doenças valvares, com foco em avaliação precisa, indicação individualizada e recuperação segura.
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4 etapas
Indicado para
Da indicação ao pós-operatório, a cirurgia valvar precisa ser compreendida como uma sequência de escolhas clínicas.
As válvulas cardíacas controlam o fluxo de sangue dentro do coração. Quando estreitam, vazam ou deformam de forma importante, a cirurgia pode restaurar a circulação e proteger o músculo cardíaco.
A escolha depende da válvula acometida, do tipo de lesão, da idade, do risco operatório e dos objetivos de longo prazo. Sempre que possível, preservar a propria válvula pode ser uma estratégia valiosa.
O ecocardiograma, exames complementares e a discussão com o heart team orientam a técnica, o tipo de prótese quando necessária e o acompanhamento depois da alta.
O que você encontra nesta página
Blocos curtos, diretos e pensados para o paciente enxergar a jornada sem perder sofisticação.
Falta de ar, cansaço, tontura, palpitações e inchaço podem sinalizar que a doença valvar está avançando.
O ecocardiograma define gravidade, função cardíaca, pressão pulmonar e ajuda a escolher o melhor momento da intervenção.
Entenda quando é possível reconstruir a válvula, preservando tecido nativo e buscando melhor funcionamento no longo prazo.
Quando a troca é indicada, a escolha entre prótese biológica ou mecânica precisa considerar idade, rotina e anticoagulação.
Monitorização, fisioterapia, controle de ritmo, anticoagulação quando indicada e retorno gradual às atividades.
Consultas, ecocardiogramas seriados e prevenção de complicações mantêm o resultado protegido.
Do primeiro contato ao seguimento
Análise de ecocardiograma, sintomas, histórico clínico e tratamentos já realizados.
Discussão sobre gravidade, timing, alternativas e benefício esperado da cirurgia.
Planejamento de reparo ou troca, tipo de prótese, preparo pré-operatório e suporte hospitalar.
Alta, reabilitação, anticoagulação quando necessária e acompanhamento com exames seriados.
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